Vocês me desculpem, mas o clichê é inevitável: diante do Boca Juniores (ARG) no Maracanã, o Fluminense, mais uma vez, provou que realmente está com a chamada “sorte de campeão”.Por que “sorte de campeão”? Simples: basta observar as chances claras de gol - três, pelo menos - que o Boca teve no segundo tempo, todas evitadas pela muralha Fernando Henrique, em grande fase. Assim como o segundo gol do Flu, o da virada, em chute de Conca que bateu no zagueiro argentino e matou o goleiro.
O Tricolor é favoritíssimo para bater a LDU (EQU) e levar a Taça Libertadores da América para as Laranjeiras. Entretanto, mesmo que ocorra uma “catástrofe” (e convenhamos: “catástrofes” desses tipo às vezes acontecem no futebol), esse time já entrou para a história do clube.
Mérito, é óbvio, para a equipe - que, indiscutivelmente, tem qualidades. Mas também para o técnico Renato Gaúcho [no detalhe], que, no ano passado, já havia levado o Fluminense ao igualmente inédito título da Copa do Brasil.